Homens trans (nascidos com vagina, identificam-se como homens) e mulheres trans (nascidos com pênis, identificam-se como mulheres) podem ou não buscar intervenções hormonais/cirúrgicas.
- Identidade vs. Corpo: A pessoa transexual pode sentir desconforto com seu sexo biológico (disforia de gênero), buscando alinhar sua expressão física à sua identidade de gênero.
- Terminologia: Transsexual é um termo mais específico dentro do guarda-chuva transgênero, muitas vezes referindo-se a quem busca modificações corporais (cirurgias ou hormônios).
- Despatologização: A Organização Mundial da Saúde (OMS), na CID-11, deixou de classificar a transexualidade como transtorno mental, passando a tratá-la como "incongruência de gênero" no campo da saúde sexual.
- Transição: O processo pode ser social (nome, roupas, pronomes), hormonal ou cirúrgico (redesignação sexual), sendo cada jornada única.
- Direitos: Pessoas trans têm direito à retificação de nome e gênero no registro civil, e a vivência de sua identidade não depende de cirurgias.
- Diferença: A identidade de gênero (quem a pessoa é) não se confunde com a orientação sexual (por quem ela sente atração).
Existem dias específicos dedicados à conscientização sobre a transsexualidade, focados em visibilidade, direitos e memória das vítimas de transfobia.As principais datas são:
- 29 de Janeiro: Dia Nacional da Visibilidade Trans (Brasil): Estabelecido em 2004, esta data celebra a resistência e o orgulho das pessoas trans, além de marcar a luta contra a transfobia e pela igualdade de direitos.
- 31 de Março: Dia Internacional da Visibilidade Trans: Celebra a população transgênero em todo o mundo, focando na celebração de suas vidas, conquistas e na necessidade de políticas públicas.
- 20 de Novembro: Dia Internacional da Memória Trans (Transgender Day of Remembrance): Focado em homenagear a memória de pessoas trans e travestis que foram assassinadas em atos de violência transfóbica, reforçando a luta contra a violência.
O Brasil, em particular, utiliza o dia 29 de janeiro como um marco importante de reflexão, especialmente dado o alto índice de violência contra essa população no país.
A trans-sexualidade faz parte da diversidade humana e o respeito à identidade autodeclarada é fundamental.
De acordo com informações recentes, o Governo do Peru classificou oficialmente a transexualidade e os transtornos de identidade de gênero como doenças mentais em um documento oficial publicado pelo Ministério da Saúde do país em 10 de maio de 2024. O decreto inclui:
a transexualidade,
o travestismo,
o transtorno de gênero na infância e
outras categorias genéricas de transtornos de identidade de gênero na lista de condições de saúde mental que planos de saúde devem cobrir.
Essa decisão está em contraste com a Classificação Internacional de Doenças (CID) da OMS, que em 2019 retirou a transexualidade da categoria de transtorno mental, classificando-a como condição relacionada à saúde sexual e de incongruência de gênero.
A medida peruana gerou protestos de ativistas e organizações LGBTQIA+, que alegam que a classificação reforça estigmas e discriminação contra pessoas trans.
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